Estudante do 2º ano do Ensino Médio do Centro Educacional Pré-Universitário lança seu 1º livro!


Gabriela Campos Pedroso nasceu em 1994 no Rio de Janeiro. Ainda estudante, cursa a segunda série do ensino médio no Centro Educacional Pré-Universitário, de Araruama-RJ. Durante o tempo em que escreveu Prisma recebeu muito apoio de seus amigos e, principalmente, de seus professores do Pré. Atualmente mora com seus pais na cidade de Saquarema, também no Rio de Janeiro.







Sobre a autora:

Desde que me entendo por gente eu gosto de ler. Quando tinha 10 anos já lia livros de mais de 400 páginas. O que me levou a escrever foi o amor pela leitura e, principalmente, a indignação por alguns livros. Indignação pelo fato de alguns deles não terem o final que queria. Assim, fui pensando ‘E se eu fizer uma história com os meus personagens e o meu final?’ e comecei a escrever. Minha história foi ganhando páginas e, quando percebi, já tinha quase 100 laudas.

Participei de um concurso literário no final de 2009, cujo prêmio era ser publicado pela editora Record. Não ganhei o concurso nem nada, mas o fato de ter reescrito meu livro para poder participar foi muito bom. Prisma passou a ter 140 laudas e a história ficou mais bem escrita. Terminei o livro com 14 anos, quase 15. Em 2010 passei a procurar editoras e, após algumas rejeições, a LCTE Editora se interessou em publicar.

Fechamos contrato em outubro do ano passado e, em fevereiro desse ano (dia 20), Prisma foi oficialmente lançado as livrarias. Houve uma tarde de autógrafos na Livraria da Travessa, Barra Shopping, onde recebi em média 100 pessoas e vendi uns 70 livros. Foi uma experiência incrível. Espero que ela se repita, pois já estou escrevendo meu segundo livro, o qual pretendo mandar para a editora no final deste ano. 









Sinopse do livro:

A portuguesa Susan Martins faz quinze anos e recebe de presente de seu pai um colar. O mais inusitado é que o pingente desse objeto é idêntico a sua marca de nascença da nuca. Isso, é claro, não é apenas coincidência, pois esta estranha combinação faz a menina viajar para outro planeta.

Festas, amigos novos, escolas novas, são só detalhes num mundo em que a população é bruxa, com a magia percorrendo suas veias. Uma população que criou o planeta Terra com o intuito de retirar dali a matéria-prima para todas as suas necessidades mágicas, jamais se preocupando com a autodestruição a cada três mil anos que ali ocorre.

Para Susan, ter que esconder sua identidade humana em meio a tantos bruxos será um problema pequeno comparado a descoberta do real motivo dela ter sido mandada até aquele mundo. E talvez o fato de tudo isso levarem-na a executar uma missão completamente proibida só agrave mais as coisas, pois o destino é bem imprevisível.

Mas não deixa de ser calculista.